Porque é que uma apresentação deve ser uma história?

Porque é que uma apresentação deve ser uma história?

Já se deve ter perguntado diversas vezes: Porque é que na SOAP estamos sempre a falar da “história” e da importância do “storytelling”. Qual é a grande questão aqui?

A decisão de ter uma história como base de uma apresentação não acontece por acaso. Está provado que o cérebro humano se mostra mais receptivo a histórias do que a um conjunto de fatos, dados ou relatórios. Uma história, especialmente se for envolvida em emoção, tem um forte impacto junto da audiência, revelando-se uma ferramenta eficiente na conquista do seu público, independentemente do seu perfil e das suas particularidades.

Nas apresentações corporativas, as histórias não devem roubar o espaço de eventuais dados importantes, mas devem sim servir de pano de fundo ou enquadramento. Existe uma probabilidade muito maior das informações serem retidas pela audiência se forem comunicadas num contexto maior, de uma maneira que as toque e lhes mostre a relevância do que está a ser dito.

Exemplo: Imagine o diretor de uma agência bancária que precisa de orientar os seus gerentes para melhorar o atendimento aos clientes…

Opção 1 – Apresentar dados concretos: Ele pode simplesmente apresentar uma imensidão de gráficos e tabelas sobre o tema, mostrando os resultados possíveis com um bom atendimento ao cliente.

Opção 2Contar uma história: Outra opção é contar a história de um gerente que, ao adotar práticas de bom atendimento, alavancou a sua carteira de clientes e, como consequência, obteve importantes reconhecimentos e benefícios pessoais e profissionais.

Vantagens da Opção 2: Nesta segunda opção, em vez da pessoa ser simplesmente bombardeada por números, esta reconhece-se na história, identifica-se com o contexto e apercebe-se dos benefícios que pode obter diante de uma mudança de comportamento. Desta forma, as hipóteses de adesão à nova proposta de atendimento, por parte de toda a audiência, aumentam substancialmente.

Assim, da próxima vez que planear uma apresentação, conte sempre uma história para enquadrar a sua mensagem. Todos os que assistirem à sua apresentação vão lembrar-se dessa história muito tempo depois de esquecerem todos os dados e fatos monótonos.

Sessão de perguntas e respostas

Se domina completamente o assunto que está a apresentar e se sente seguro, é importante que reserve os minutos finais da sua apresentação para perguntas e respostas. Numa sessão deste tipo consegue-se esclarecer eventuais dúvidas e aprofundar-se alguns pontos relativos ao tema, caso a audiência o solicite. Trata-se de uma boa oportunidade para interagir com o público e conhecer melhor as suas preocupações, dúvidas e interesses.

Veja agora algumas dicas de como conduzir bem este tipo de sessões:

 

  1. Anuncie a sessão: é importante avisar o público logo no início da sua apresentação. Desse modo, evitará interrupções e ainda incentiva o público a anotar eventuais dúvidas para esclarecimento no final.
  2. Repita as perguntas: ao conduzir sessões de perguntas em auditórios grandes, certifique-se de que há microfone para a audiência colocar as suas questões. Se não houver, repita as perguntas no seu microfone antes de responder. É importante que todos os presentes saibam qual a pergunta que está a ser respondida.
  3. Não se prolongue nas respostas: procure cingir-se à pergunta em si e dê respostas concisas, especialmente se houver muitas pessoas à espera para fazerem outras perguntas. Se começar a divagar nas respostas, pode aborrecer a audiência e comprometer a boa impressão conquistada ao longo da apresentação.
  4. Atue como mediador: além de responder às questões da audiência, como apresentador que é, terá de, nesse momento, fazer papel de mediador. Se alguém insistir em determinado ponto, se repetir a mesma questão ou se se desviar muito do tema principal, educadamente saia do assunto. Explique que há outras pessoas interessadas em tirar dúvidas e que poderá resolver por e-mail questões mais específicas.
  5. Lide bem com perguntas difíceis: caso não compreenda uma pergunta, peça à pessoa que a reformule. Se não souber responder (e isso pode acontecer) reconheça isso mesmo diante da audiência – esta atitude, tenha a certeza, será sempre a seu favor – poderá depois comprometer-se a estudar o assunto e responder a todos por e-mail. Se achar que a pergunta difícil que lhe colocaram é pertinente e existe uma grande hipótese de alguém na audiência conseguir responder, pode sempre lançá-la de volta à plateia.
  6. Encerre a sessão na hora certa: se houver muitas pessoas a fazer perguntas e o seu tempo estiver a terminar, anuncie que irá responder a apenas mais uma ou duas questões. Por fim, embora nem sempre seja possível, tente encerrar a sessão respondendo a uma pergunta que reforce a sua mensagem principal.

Na sua próxima apresentação não se esqueça de reservar uns minutos finais para esta sessão de perguntas e respostas. Siga as nossas dicas e verá que tanto você quanto o seu público saem a ganhar.

Aprenda a Tirar Partido da Voz nas Suas Apresentações

A voz é uma importante ferramenta para inspirar e envolver a audiência. Para causar impacto, deve ser clara, natural e expressiva. Carmen Taran, Executive Coach, chama a atenção para alguns aspectos que podem ajudar os apresentadores a demonstrar mais entusiasmo no seu discurso.

Entoação e melodia

Um discurso absolutamente regular, sem variações de tom e melodia, é capaz de entediar uma audiência em minutos, por melhor que seja o conteúdo. Ao treinar uma apresentação, pense em trechos e palavras que merecem destaque e incremente o seu discurso dando ênfase a esses pontos. Faça isso de maneira natural – exageros soam a falso e podem virar-se contra o apresentador.

Volume

Considerando que o seu objectivo é ser ouvido e passar confiança à audiência, esqueça a discrição e fale com boa impostação de voz. Para chamar a atenção da audiência para determinados trechos do discurso, experimente variar o volume – usando ora tons mais altos ora tons mais baixos, de forma a destacarem-se do restante. Mesmo que as apresentações sejam feitas com microfone, não fale muito suavemente. É preferível distanciar-se um pouco do microfone e falar mais alto do que manter o microfone muito próximo à boca e falar como se estivesse numa conversa corriqueira. Dificilmente um apresentador conseguirá transmitir paixão e entusiasmo se falar baixo.

Clareza

Articule bem as palavras, garantindo clareza e entendimento por parte da audiência.

Ênfase

Numa mesma frase, a ênfase numa ou noutra palavra pode mudar o foco da mensagem. Ora veja: “Eu fui ao escritório daquele fornecedor”, “Eu fui ao escritório daquele fornecedor”, “Eu fui ao escritório daquele fornecedor”, “Eu fui ao escritório daquele fornecedor”.

Pausas

Carmen Taran observa que são raros os apresentadores que fazem uso das pausas. Segundo ela, as pausas quando colocadas em locais estratégicos fazem a diferença entre uma boa e uma excelente apresentação. São várias as situações em que as pausas podem ser usadas: para permitir que os ouvintes absorvam algo que acabou de ser dito, para gerar expectativa em relação a algo que será dito, para permitir que o apresentador pense no que dirá em seguida, para que ele respire correctamente ou para que ganhe tempo para pensar antes de responder a determinada questão.

Velocidade do discurso

Se costuma ouvir frequentemente comentários acerca da maior ou menor velocidade do seu discurso, treine um discurso ora mais rápido ora mais lento, de modo a procurar chegar a um ritmo normal – pois o discurso muito rápido pode dificultar o entendimento e gerar ansiedade na audiência, ao passo que o muito lento pode cansar as pessoas.

O tom do discurso

É preciso haver coerência entre o tom do discurso utilizado pelo apresentador e o conteúdo a ser transmitido. Ninguém consegue revelar indignação ao falar suavemente, nem é possível demonstrar controlo de uma situação com um tom desesperador. Certifique-se que interioriza o conteúdo da apresentação, veja se está coerente com aquilo em que acredita e em função disso, ajuste o tom ao seu discurso.

Cuidar da voz

Não é possível garantir que a sua voz vai estar excelente no dia de uma apresentação, mas existem alguns cuidados que aumentam essa probabilidade. Beba bastante água – especialmente na semana da sua apresentação (mas não exagere antes do evento). Três dias antes do evento, evite maltratar a voz com cigarros, festas e noites mal dormidas; na medida do possível, descanse bem o corpo e a voz. E caso se depare com audiências grandes, ou perceba que a sua voz está de alguma forma fragilizada, use um microfone.

Como Treinar Para Uma Apresentação?


Depois de ter o roteiro e os slides da sua apresentação prontos é altura de pensar no treino do apresentador.

Esta fase de treino é fundamental para o sucesso da apresentação. Além de preparar o apresentador, o treino reduz a ansiedade e as expectativas que precedem um evento importante.

É natural que algumas pessoas se intimidem diante da perspectiva de subir ao palco e sintam alguma insegurança em relação a eventuais interferências da audiência e do seu próprio estado emocional.

Nessas alturas, mais uma vez, aparece a importância de um bom treino: ele ajuda a tornar o apresentador mais confiante e tranquilo e aumenta as hipóteses da apresentação fluir quase que espontaneamente. O treino pode incluir várias etapas:

1. Roteiro e Slides como Apoio

a) Baseando-se especialmente no roteiro, mas tendo também os slides como apoio, treine o seu discurso exaustivamente. Comece por usar o conteúdo integral e, aos poucos, vá retirando partes do texto, mantendo apenas palavras-chave como referência. Em vez de decorar a apresentação, procure compreendê-la. Dessa forma terá espaço para improvisação, uma das grandes ferramentas de um apresentador.

2. Visão Macro

a) Quando sentir que já tem um certo domínio do discurso, treine a apresentação no modo «classificação de slides» do PowerPoint. Usando como referência apenas o conjunto de slides em miniatura, exercite a visão macro da apresentação e adquira alguma independência em relação ao texto contido no slide. Passe a mensagem à sua maneira, assim você investe na fluência da apresentação. O objectivo é fazer o discurso tendo como único apoio um olhar superficial sobre os slides.

b) Durante o treino, procure entender quais são os blocos da apresentação e como eles estão interligados. Isto é a visão macro, ou seja, cada parte tem uma mensagem central que será revelada no discurso e nos slides. Se compararmos com um filme em DVD, seria o mesmo que visualizar as imagens pequenas, associadas a títulos, no modo Menu.

3.  Slides Um a Um

a) Quando já tiver com um bom domínio da apresentação, faça um treino em frente ao ecrã, passando os slides individualmente. Atente ao timing das mudanças de slide em relação ao discurso. Se houver animações, sincronize-as com o seu discurso.

b) Importante: não deixe que os slides o dominem. Procure iniciar cada parte do discurso instantes antes de cada slide ser mostrado. Dessa forma demonstrará segurança e fluência.

4.  Sem Referências Visuais

a) Para finalizar o treino,  experimente fazer a apresentação sem nenhum apoio visual. Se tiver dificuldade, recorra a alguns termos-chave e retire-os aos poucos, no decorrer do treino. Quando conseguir fazer o seu discurso sem nenhum apoio visual, quando estiver independente dos slides, você estará apto a enfrentar seu público com segurança. Procure ser capaz de contar a sua história em apenas 10% do tempo total que você terá para apresentá-la. Isso vai obriga-lo a identificar e seleccionar apenas os pontos mais relevantes do seu discurso.

 5. Registro e Avaliação

a) Como última etapa do treino, grave a sua apresentação em áudio ou vídeo e depois ouça-a ou visualize-a para avaliar a sua performance. Esse olhar crítico pode ser feito por você mesmo ou por terceiros (em gravação ou ao vivo). Procure apenas evitar realizar essa etapa nos últimos instantes – é preferível fazê-la com alguma antecedência, de modo a que haja tempo para praticar alterações necessárias.

How to make numbers interesting

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Imagine attending a meeting where only numbers, data and graphics are displayed. A little tiring, no? And what if the presentation you have to sit through features 120,000 numbers?

 

Yes, it would be pure torture to have to pay attention to that, not to mention a serious challenge for the presenter.
After all, how can you convey information in a didactic way? Often, the numbers are the protagonists of the story, and there’s just no escaping it.  This often ends up being a case of sacrificing presentation for results when quantitative research data is needed to endorse statements.

 

The good news is there are solutions for this!  Here’s how Hans Rosling used creativity to deal with this issue:

 

To his mind, information graphics should be considered an art form.

 

Now take a look at another example, created by Column Five Media, that shows how you can use data visuals for strong and interesting communication:

 

Unfortunately, though, not everybody can use tools like we see in these two videos.

 

But we can give you four tips that can help you to overcome the challenge of number saturation:

 

• Value your information
Whenever possible, put just one chart on a slide. That usually requires LESS effort than trying to put to much into a slide.

 

• “Boring” numbers are still important
So use sources with at least 16px, and be sure that the key figures are highlighted in the charts.

 

Get rid of everything that is not crucial
Is the chart really necessary? If all that matters is the valuation of a security, just show an arrow up and the figure. Only include the chart when history is important.

 

Use color wisely.
Use color(s) to separate discrete bits of information.

 

• Use slide animation wisely.
Guide the audience’s attention to your chart by showing the information in stages. Have the animations follow your speech, highlighting only what you are pointing out, and fading everything else.







Power Point não é documento

Ao longo do tempo, na mente das pessoas, PowerPoint passou a ser sinónimo de apresentação. Mas será que está certo afirmar que todos os slides são, de facto, uma apresentação?
Na Soap acreditamos que o programa é uma ferramenta a ser utilizada para este fim. Uma ferramenta que pode ajudar a potencializar ou até a fracassar a ideia que se apresenta, mas isso não faz do Power Point uma apresentação em si.

Muda a plataforma, muda a forma como o Power Point deve ser utilizado

Já reparou que a maioria das pastas compartilhadas nas escolas, faculdades e empresas têm milhares de slides cheios de informações e bullet points? Pois bem, vão-nos desculpar, mas isso não é uma apresentação. Para esse tipo de finalidade, o mais adequado será recorrer ao Excel.

PPt não é documento

A polémica em torno do PowerPoint e apresentações vai mais fundo: muitas pessoas usam a ferramenta como se de um documento se tratasse. Acontece que a plataforma para esse fim é o Word, e é esse que deve ser enviado por e-mail ou disponibilizado em pastas compartilhadas, ao invés dos slides de uma apresentação.

Fica a Dica: o que se envia não é o que se apresenta

• Para as apresentações em PowerPoint, o que se deve apresentar no slide são ganchos visuais, com o mínimo de texto possível, o indispensavel para servir de auxílio ao discurso do apresentador.
• Já o que se envia por e-mail ou se deixa disponível em pastas públicas são materiais mais completos, uma vez que a pessoa que o irá receber não terá acesso ao discurso do apresentador.

Use cada software a seu favor e acompanhe o movimento da sua audiência. Quando ela está sentada a olhar para si, faça a sua performance e esqueça a burocracia. Quando ela estiver diante de um computador, surpreenda-a com algum documento que apesar de também poder contar uma história, jamais substituirá a apresentação presencial que você fez ou fará!

 

Trump and Jong-un: what the historic summit has taught us about body language.

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The world recently witnessed an unprecedented event: Donald Trump, president of the USA, and Kim Jong-un, supreme leader of North Korea, met in Singapore. It was the first summit between heads of government from both countries. The agenda included issues of global interest, such as the Asian country denuclearization, peace in the Korean Peninsula, and economic sanctions.

If we consider the communication alone, it is supposable the pressure Trump and Jong-un were under in that decisive moment. Although the atmosphere evoked conciliation, both had their own agenda. Each intended to convey a specific message to the other – and to the world who was watching them closely.

According to body language experts, the communication between both leaders went far beyond words. Gestures and expressions used by Trump and Jong-un showed the two leaders tried to take over the control of the summit, however, they also projected apprehension.

 

So, before expressing yourself, you must have a script ready

The event taught us the importance of body language during negotiations: it takes a bit more than the words we say to convince our audience. Our gestures and expressions can create an invisible but huge impact on others. Or, we are interacting with them or drive them away.

In addition, body language allows us to guide the meeting towards the target and the goals we have previously established.

For example, Trump and Jong-Un summit encouraged us to put together some tips, so your body and your words may express exactly the message as intended during a meeting.

 

Give other your full attention

An additional detail to improve your body language is to practice your full attention just before the meeting. Close your eyes and focus on your breath. Try to connect your attention to your breathing compass. Allow your mind to focus only on this activity. After that, add a purpose: a sentence to be repeated like a mantra. For an example: “I’m ready”, breath in and out; “I’m ready”, breath in and out; and go on.

This possible will prepare you to achieve your full attention in a decisive moment and to analyze better the other person, understanding his or her emotional state – if he or she is tense, for instance. With a better understanding of the meeting, we can adjust our speech (verbal and non-verbal) according to the needs as they emerge.

No matter what, always make eye contact. Looking at the people you are speaking within the eye suggests you are paying attention to them, their reactions and arguments. Speaking steadily is another good tip. Your audience only needs a few seconds to take in your message, besides they will see it as a respectful attitude.

 

You should also mind your facial expression. As tense as the negotiation might be, keeping a sober manner might indicate we are not willing to reach a deal. Moreover, sympathy is always a good way of disarming hostile approaches.

 

Nonetheless, do not overdo it: smiling too much or laughing on the wrong occasion might seem inappropriate for the moment.

 

Remember: the moment is decisive; hence the need for preparation above all. That is how you accomplish self-confidence to guide the negotiation towards the target you may establish.

 

TIPS FROM OUR ART DIRECTORS

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The visual support of a presentation – the well-known slides – is an important tool to get people’s attention and explain complex concepts graphically.

To help you achieve a state-of-the-art layout, just like the SOAP’s ones, we have gathered tips from the biggest experts we know: our art directors! They are responsible for developing our clients’ visual identities and coordinating their presentations. Now,  they have agreed on sharing their knowledge.

Check out seven valuable steps to frame more interesting and appealing slides, and hence a more convincing presentation.

 

Write a good script

If you thought you would come here just for visual tips, you were wrong. A truly impressive layout must be related to a good script.

The script and the layout work together, and they must be in tune. A well-built script allows us to perceive the main subjects to be discussed and where our focus should be on. With that in hand, it is easier to create slides to elucidate and add to the speech – rather than repeating the speaker. Besides, a precise script trims excesses, especially regarding the number of texts.

 

Decide on a visual identity

Creating a visual identity is elemental, whether it is intended as a product, an event or a brand. Just as we have explained here, colors, typeface, shapes, and symbols you choose are means to make your audience recognize your business, as well as granting a sense of wholeness to your presentation.

In addition, a visual identity conveys the values and essence of your project. Good news is: you only need to work on it once. Then you just apply the same pattern to further presentations – considering you are dealing with similar purpose, context, and audience.

For an example: if an IT professional gives a talk, about strategy, during a sales convention, the visual identity must be more distinctive, and make use of metaphors and animation effects to draw attention and connect the audience. However, if the same presentation is addressed to the Board of Directors, the visual must be different.

 

Divide the content into categories

It never gets old: in a good presentation, there is neither too much text nor illustrations on the same slide. Besides mangling the presentation, the overflow of information has a contrary effect: it compromises rather than helping comprehension.

So, opt for dividing the most complex projections into two or three slides, thereby offering a more clarifying material that will not confuse listeners. It would be dreadful if someone could not follow your line of thought because is trying to read the small letters or the 15 bullet points you have chosen.

One tip: divide the information of your presentation by messages, and use tools, such as ‘Click’, which inserts image or text on the slide, it makes the presentation more dynamic and visually enjoyable.

 

Use contrasts

Contrast (of colors, sizes, and shapes) is an excellent tool to make a presentation more interesting and draw audience’s attention. The technique can be applied in different ways. So, be bold! You might create different sizes and typefaces for your texts, use contrasting colors to display information, and even vary the dimensions of your pictures. Such strategies increase the chances of your audience looking precisely at the information you want.

 

Choose illustrations carefully

Deciding on certain images and tone colors makes all the difference for your visual presentation. It is worth applying the psychology of colors: each tonality triggers a different feeling in people. Calmness, mental strain, and even hunger can be set off by specific colors, hence the reason to find images with tone colors suitable for the subject matter being discussed.

We must also always make sure to choose illustrations that make sense in the context of the keynote. Avoid old or low-quality images and try to follow a pattern. Do not put together in the same presentation pictures, drawings or other types of illustrations.

 

Layout

The way you arrange objects on the slide imparts organization and clarity (or else!). Therefore, for the layout of your presentation, make good use of tools, such as contrast, pay attention to the text alignment and page margin. Organize your information in a way that is both delightful and meaningful.

You may find different examples of layout in newspapers and magazines. So, if you are out of ideas on how to design your presentation, just grab the first publication near you.

 

Search for references

A good technique to help you take in so many tips is to search for examples to study. On our website download page, you find the e-books developed by the same team that has shared these tips.

 

However, if you still need some help, we are here for you.

Como um layout amador pode influenciar os números de uma empresa

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When you go to a restaurant, even before placing your order, you judge the quality of the place by its decoration and cleanliness. Savoring a good dish and getting an efficient waiter service will obviously be the main reasons to decide whether you liked the place, however, a cozy environment also influences your final impression. The same thing happens in presentations where a well-trained speaker and a good message are the core of the talk, but when added to well-framed slides and a professional layout, they provide a lot more reliability.

 

A sales team, for an example, may lose a client with an amateur layout. When a salesperson presents to a prospect a product/service portfolio, or even a specific solution, he/she wants to make an impact. The goal is to convince the other person to close the deal. Ugly, disorganized slides, with low-quality pictures and a typeface difficult to read make a terrible first impression. By the end of the meeting, you may even convince your prospect due to the quality of the speech, but, sometimes, the first impression is what matters.

 

A speech will make a smaller or bigger impact depending on the presentation design. A thoughtful presentation aligned with the visual identity of the company reveals there were preparation and investment for the meeting.

 

Cheapest is dearest. Bellow, we list some common problems with amateur layouts that might harm presentation outcomes and, therefore, lead your company to opportunity losses:

 

Too much information results in confusion

One slide, 15 different bullet points and a speaker who just reads the information from the screen. The consequence is an unclear central message – whether it is because the speaker could not attach great importance to the content, or the audience, disoriented, did not know where to focus their attention on. It is impossible to generate engagement like this. The information on the screen should just add to what the speaker is saying, rather than be his/her exact words. Professionals who develop accomplished presentations can help presenters to choose between what goes on the slides and what must be spoken.

People do not understand (or cannot see) the numbers on the screen

A common mistake in presentations that use numbers, like result meetings, is to simply copy data from Excel and paste it into PowerPoint. Usually, charts and tables have lots of numbers and use small letters. The audience is forced to make an unnecessary effort to read what is on the screen, therefore overlooking what the speaker has to say. Even worse, they are utterly confused and their ability to decide is harmed. Those trained to design professional presentations are also able to choose numbers, tell the story behind them and highlight them in a way that the audience understands.

 

Too much time wasted assembling presentations

Usually, people in charge of assembling corporate presentations are not experts in design. Consequently, they will have to put a lot of time and effort to produce a visually acceptable material. However, it would be more efficient to have those professionals focusing their energy on their area of expertise, therefore producing results for the company, and outsource the presentation-making process. Wasting working hours of trained professionals in a struggle against the PowerPoint is a questionable use of their time, which could be used for so many other relevant tasks regarding the company.

 

If your company needs to plan and develop presentations with a professional layout, you can rely on SOAP to help you!

Aprenda com Elon Musk como usar uma ferramenta simples e poderosa para o gerenciamento de crises

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Elon Musk is one of the most talked about entrepreneurs of the moment. He is the CEO of SpaceX, which built Falcon Heavy, a high capacity rocket launched into space in February 2018 carrying an unlikely passenger: a Tesla Motors car, company that he also runs. Musk’s trademark is innovation, hence the reason why many experts of the industry believe he might be the next Steve Jobs of the entrepreneurial world.

 

Behind his fame, of course, there are hard work and a unique way of leadership. One of Tesla’s goals, for instance, is to become the world’s safest car factory. Between 2014 and 2015, however, reports showed that the number of accidents involving employees was high. It was of central importance for Musk to make an announcement in such a decisive moment. At the time, one of his emails concerning the statistics leaked out. His message still reverberates as a lesson on how to manage a crisis.

 

EMPATHY IS THE KEY

 

‘No words can express how much I care about your safety and well-being. It breaks my heart when someone is injured building cars and trying their best to make Tesla successful. Going forward, I’ve asked that every injury be reported directly to me, without exception. I’m meeting with the safety team every week and would like to meet with every injured person as soon as they are well, so that I can understand from them exactly what we need to do to make it better. I will then go down to the production line and perform the same task that they perform. This is what all managers at Tesla should do as a matter of course. At Tesla, we manage from the front line, not from some safe and comfortable ivory tower. Managers must always put their team’s safety above their own.’

The email’s great achievement is empathy. Musk expresses himself respectfully and analyzes the matter from someone else’s perspective, not only from his own’s. He puts himself in the position of those who suffered the accident, and, at the same time, he communicates with other employees who are afraid of being in one. Here at SOAP we believe this is the great lesson Musk teaches us regarding that situation.

We have decided to make a deep analysis of his email, so you too may be more empathetic in strategic and decisive situations such as that one:

 

– The first part sounds like “we are all human beings, and we respect each other”. He is a leader driven by emotions, and not only by the reasoning of a company owner, who positions himself above others.

– After expressing his feelings, he takes action. He makes decisions, begins to take preventive measures, and not just corrective ones. Musk literally gets down to work, he wants to understand the process to prevent new problems from happening again.

– Lastly, he makes it clear he is facing the problem and truly wants to know every detail of the situation. He emphasizes it is indeed part of the company’s culture: not to lead from a distance, sitting on a chair, watching from above.

– By using the pronoun “we” at the end of the email, Musk arouses emotional connection. He proves no to be either above or below anyone, but on the same level.

 

When the CEO’s words reached employees’ inbox, they triggered a positive feeling. First, they meant he was making a stand. It is not rare to see leaders who exempt themselves from problems they are facing. Lack of communication. They seem to believe people will stop talking about it if they just quieten declarations. What really happens, nevertheless, is that the lack of accurate information only increases gossips and the feeling of insecurity. Moreover, it encourages lack of accountability. People feel neither accountable for nor committed to anything. After all, it is all kept in a safe box by the one person who can solve everything alone.

 

Musk’s attitude has no degree of paternalism either. It is very common, during a crisis, for some leaders to say everything is fine in the intention of calming everyone down; they just say it is going to be fine and there is no need for panic, but they explain nothing and take no action.

 

Companies that open their numbers, information and strategies are transparent. In addition, Musk revealed his human side as a leader, which inspired trustworthiness and admiration. You encourage people, instead of demotivating or frightening them. What remains is the feeling everyone may and should act the same way. During a period of crisis, a leader must, above all, evoke the team’s desire to overcome a bad situation.

 

It is most likely that Musk’s choices are on the right track, since Tesla’s total recordable incident rate (TRIR) at the Fremont California factory improved 25% in 2017 in comparison with 2016, as shown on this blog posted by the company – https://www.tesla.com/blog/becoming-safest-car-factory-world .

Well done, Musk!